Zürcher Nachrichten - Primeira-ministra dinamarquesa visita Groenlândia após reviravolta de Trump

EUR -
AED 4.254996
AFN 75.309998
ALL 92.324685
AMD 424.621546
ANG 2.073658
AOA 1062.444686
ARS 1736.920935
AUD 1.613886
AWG 2.085496
AZN 1.974235
BAM 1.955899
BBD 2.346319
BDT 143.607287
BGN 1.965425
BHD 0.439222
BIF 3476.276393
BMD 1.158609
BND 1.480575
BOB 13.659693
BRL 6.017355
BSD 1.164959
BTN 111.054635
BWP 15.609792
BYN 3.513378
BYR 22708.732283
BZD 2.343019
CAD 1.611567
CDF 2633.518199
CHF 0.936979
CLF 0.027437
CLP 1079.844793
CNY 7.793672
CNH 7.798949
COP 3676.886572
CRC 525.726676
CUC 1.158609
CUP 30.703133
CVE 110.270595
CZK 24.143674
DJF 207.450526
DKK 7.476971
DOP 68.39347
DZD 153.166772
EGP 58.53987
ERN 17.379132
ETB 190.289456
FJD 2.547554
FKP 0.854831
GBP 0.85522
GEL 3.016856
GGP 0.854831
GHS 13.047662
GIP 0.854831
GMD 85.737462
GNF 10240.519623
GTQ 8.892451
GYD 243.732367
HKD 9.085521
HNL 31.249586
HRK 7.537218
HTG 152.407733
HUF 365.25187
IDR 20573.879727
ILS 3.448256
IMP 0.854831
INR 110.50869
IQD 1526.177441
IRR 1592594.677879
ISK 140.643968
JEP 0.854831
JMD 184.65937
JOD 0.821499
JPY 185.464348
KES 150.807652
KGS 101.320784
KHR 4714.239209
KMF 492.409141
KPW 1042.748251
KRW 1595.775503
KWD 0.357918
KYD 0.970849
KZT 539.877394
LAK 26125.325648
LBP 104323.193553
LKR 382.049386
LRD 210.860699
LSL 18.636846
LTL 3.421071
LVL 0.700831
LYD 7.383375
MAD 10.764346
MDL 20.142022
MGA 5025.254991
MKD 61.528122
MMK 2432.762691
MNT 4168.372878
MOP 9.407477
MRU 46.867378
MUR 54.304432
MVR 17.91253
MWK 2020.102504
MXN 19.736326
MYR 4.664448
MZN 74.047125
NAD 18.636846
NGN 1554.366817
NIO 42.872175
NOK 10.862889
NPR 177.687016
NZD 1.948388
OMR 0.441482
PAB 1.164959
PEN 3.903698
PGK 5.166262
PHP 72.147003
PKR 323.192299
PLN 4.341713
PYG 6903.350289
QAR 4.246615
RON 5.259509
RSD 117.365955
RUB 99.655057
RWF 1712.486895
SAR 4.330373
SBD 9.269084
SCR 15.939809
SDG 696.907446
SEK 11.097561
SGD 1.475493
SHP 0.858374
SLE 28.530786
SLL 24295.446125
SOS 665.733781
SRD 43.726325
STD 23980.86273
STN 24.501243
SVC 10.193517
SYP 15064.231378
SZL 18.622945
THB 38.359264
TJS 10.775947
TMT 4.066717
TND 3.398072
TOP 2.789652
TRY 55.888396
TTD 7.906401
TWD 36.65688
TZS 3084.256501
UAH 51.906134
UGX 4392.22287
USD 1.158609
UYU 46.91238
UZS 13766.698548
VES 916.085443
VND 30222.310286
VUV 137.006296
WST 3.13732
XAF 655.990286
XAG 0.017451
XAU 0.00026
XCD 3.131199
XCG 2.099607
XDR 0.819197
XOF 655.990286
XPF 119.331742
YER 274.039987
ZAR 18.739003
ZMK 10428.873593
ZMW 22.047119
ZWL 373.071558
Primeira-ministra dinamarquesa visita Groenlândia após reviravolta de Trump
Primeira-ministra dinamarquesa visita Groenlândia após reviravolta de Trump / foto: Jonathan Nackstrand - AFP

Primeira-ministra dinamarquesa visita Groenlândia após reviravolta de Trump

A primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, chegou nesta sexta-feira (23) à Groenlândia para se reunir com o chefe do Governo local após a mudança de direção do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que retirou sua ameaça de tomar a ilha à força.

Tamanho do texto:

Frederiksen aterrissou proveniente de Bruxelas, onde concordou com o secretário-geral da Otan, Mark Rutte, que a Aliança Atlântica deve reforçar sua presença na região ártica.

Ela foi recebida pelo primeiro-ministro groenlandês, Jens-Frederik Nielsen, no aeroporto de Nuuk, capital da Groenlândia, constataram jornalistas da AFP.

“Estou aqui para mostrar o grande apoio dos dinamarqueses aos groenlandeses. É um momento em que precisamos estar muito próximos uns dos outros. Estamos em uma situação grave”, disse Frederiksen aos repórteres.

Rutte e a primeira-ministra dinamarquesa concordaram nesta sexta-feira em reforçar a segurança no Ártico, após a reviravolta de Donald Trump.

“Trabalhamos juntos para garantir a segurança de toda a Otan e nos apoiaremos em nossa cooperação para reforçar a dissuasão e a defesa no Ártico”, escreveu Rutte na rede X.

“Concordamos que a Otan deve aumentar seu compromisso no Ártico. A defesa e a segurança no Ártico são uma questão que diz respeito a toda a Aliança”, escreveu Frederiksen no X, após se reunir com Rutte em Bruxelas e antes de viajar para a capital da Groenlândia.

As ameaças de Trump sobre essa ilha do Ártico, um território autônomo dinamarquês, envenenaram as relações entre a Europa e Washington.

Mas o mandatário americano recuou na quarta-feira, ao afirmar que havia chegado a um “acordo marco” sobre a ilha estratégica. Em Nuuk, a primeira-ministra dinamarquesa se reunirá com seu homólogo groenlandês.

- Presença militar -

A Dinamarca prometeu há várias semanas aumentar sua presença militar no território, em resposta às preocupações de Trump sobre a suposta intenção da China e da Rússia de tomar esta zona estratégica.

Nesse contexto, a rádio e televisão pública dinamarquesa DR informou que os militares dinamarqueses enviados à Groenlândia foram orientados a se prepararem para o combate, em caso de ataque americano.

O ministro dinamarquês das Relações Exteriores, Lars Løkke Rasmussen, indicou que as discussões entre seu país, Groenlândia e Estados Unidos começariam “muito em breve”.

“Vamos organizar estas reuniões muito em breve. Não comunicaremos as datas, já que agora é preciso acalmar os ânimos”, declarou Løkke a jornalistas em Copenhague. As conversas com Washington, acrescentou, versarão sobre “segurança, segurança e mais segurança”.

Segundo uma fonte próxima das conversas entre Trump e Rutte, os Estados Unidos e a Dinamarca, ambos membros da Otan, irão renegociar seu acordo de defesa de 1951 sobre a Groenlândia.

Isso poderia permitir a Washington ampliar sua presença militar no território, incluindo seus sistemas de defesa antimísseis.

O acordo de 1951, atualizado em 2004, já concede praticamente carta branca a Washington para reforçar sua mobilização militar, desde que as autoridades dinamarquesas e groenlandesas sejam previamente informadas.

Pesquisas indicam que a maioria dos habitantes da Groenlândia apoia uma campanha de décadas pela independência total da ilha.

No entanto, as ameaças de Trump durante o último ano serviram para melhorar as relações entre a Dinamarca e a Groenlândia.

“Os groenlandeses ainda têm muitas queixas sobre a incapacidade da Dinamarca de reconsiderar seu passado colonial”, disse à AFP Ulrik Pram Gad, pesquisador do Instituto Dinamarquês de Estudos Internacionais.

No entanto, acrescentou, “a pressão de Trump levou a ampla maioria do espectro político (groenlandês) (...) a deixar de lado, por agora, os preparativos para a independência”.

W.O.Ludwig--NZN